PILARES BÁSICOS DA REGRESSÃO

São quatro os pilares básicos para o sucesso de uma Terapia de Regressão:

  1. O primeiro é o relaxamento. O cliente deve estar confortável, completamente relaxado e com o menor número de medos possível. Não deve tentar controlar a mente ou concentrar-se em algo. Simplesmente relaxar.

  2. O segundo é observar a dimensão interior dos sentidos, sem interferir, sem julgar e sem expectativas. Simplesmente deixando que as imagens, sensações ou outras manifestações dos sentidos interiores se manifestem com naturalidade.

  3. O terceiro é ser completamente honesto naquilo que se está a reviver ou relembrar e partilhar com o terapeuta seja o que for que esteja a ser experienciado.

  4. O quarto é a existência no espaço onde ocorre a Terapia de Regressão, da Luz do Amor e da Sabedoria.

Note-se ainda que uma pessoa que tenha um carácter exemplar, que seja uma pessoa honrada e respeitada, pode não gostar de se ver numa vida passada como uma prostituta. Então, quando entra o julgamento, a auto censura, a regressão fica bloqueada e já não há nada a fazer a não ser, perder tempo.

O julgamento é a razão principal pela qual a maioria das pessoas não faz uma Terapia de Regressão com sucesso. Ou porque pensam que é a imaginação, ou porque não se gostam de ver em determinado papel, ou porque não sentem bem em partilhar determinado acontecimento estranho ou simplesmente porque se acham bons demais, para terem sido tão maus no passado.

Cleopatra VII (69-30 a.C.) Rainha do Egipto (51-30 a.C.)

Todos querem ser Cleópatra ou Alexandre o Grande, ninguém gosta de ser assassino ou violador. Isso são papéis só de outras pessoas, nunca do próprio.

Outra rejeição que pode surgir é relativamente à dor. Quando se tem medo de sofrer e se começa a reviver um passado que foi bastante doloroso, surge a tendência a evitá-lo. Todos os passados estão cheios de dor, alegria, tristeza, felicidade. E, certamente, não é a alegria e a felicidade do passado que estão a causar problemas na vida actual.

Enfrentar a dor, sem julgamento, sem rejeição de qualquer ordem, pode ser um acto valente, tal como o próprio nome sugere, doloroso, mas, extremamente curativo e renovador.

A escolha é sempre da própria pessoa.