QUESTÕES FREQUENTES
Eis algumas questões frequentemente colocadas por quem pretende fazer uma Terapia de Regressão pela primeira vez.
Quando a pessoa regride a uma vida passada, não estará a imaginar?
Sim, pode estar a forçar imagens. Esta, é obviamente uma questão pertinente. Todavia, o terapeuta possui o conhecimento de técnicas muito simples que despistam essa possibilidade. De uma forma geral, a Terapia de Regressão permite a cura a diversos níveis. Fobias e maus hábitos são eliminados, relacionamentos doentios são resolvidos, traços de personalidade são mudados entre muitos outros aspectos. Se as pessoas que se submetem a esta terapia, estivessem somente a imaginar, será que os seus problemas desapareciam?
Quando a pessoa regride a uma vida passada, pode acontecer ela "ficar lá"?
Não. Segundo a nossa experiência com centenas de Terapias de Regressão tal nunca aconteceu. Talvez porque no método que utilizamos, não permitimos que a pessoa vá para além do Estado Alfa e neste estado, a pessoa assume o controlo total da situação, e se quiser parar, no espaço de segundos. Relativamente a outros métodos de Regressão onde a pessoa passa para outros estados hipnóticos, Teta e Delta, terão de ser os especialistas nesses métodos a responder.
Porque é que na Terapia de Regressão, sugerem que as pessoas trabalhem no Estado Alfa?
Porque tal como já referido, no Estado Alfa a pessoa está consciente, assume o controlo da situação e pára quando quiser. Isto confere-lhe segurança e confiança no processo. Também porque a partir do Estado Alfa (em Teta e Delta) a pessoa já não está consciente do que se está a passar. Normalmente grava-se o que se passa durante a terapia numa cassete e a pessoa ouve-a depois do processo concluído.
Embora os métodos que levam as pessoas para lá do Estado Alfa tenham as suas vantagens (porque por exemplo, quando uma pessoa faz uma regressão pela primeira vez não fica a tentar perceber se é imaginação ou realidade) achamos que é importante a pessoa reviver ou relembrar o seu passado duma forma consciente, voltar a senti-lo na sua pele e com todos os seus sentidos, na sua dupla dimensão, duma forma o mais clara e consciente possível.