COPYRIGHT


Há alguns anos que temos ponderado a publicação de alguns pensamentos sobre direitos intelectuais. Tendo chegado o momento, aqui estão, para reflexão de todos.

Tem sido (e continua a ser) para nós interessante observar como os textos que escrevemos para o nosso website, são constantemente copiados para outros websites, Portugueses e Brasileiros, sem qualquer referência aos autores. Mas o que nos impressiona é que os responsáveis dos mesmos websites colocam copyrights sobre os textos que nós escrevemos. Sinceramente, não sabemos como classificar este comportamento. Falta de cortesia? Abuso? Desespero? Preguiça? Ignobilidade? Falta de amor-próprio? Desrespeito? Escolha o leitor uma classificação.

Hoje, que tanto se fala do «Segredo», todos certamente ainda nos lembramos do que os nossos avós diziam, sabiamente (afinal eles já sabiam o «segredo»): «quem boa cama faz, nela se deita», ou será que os supra-referidos plagiadores, ensinam «X» mas actuam de acordo com «Y»? (Sendo «X» a ética espiritual, a observância das leis cármicas, a vivência no amor, o respeito, a importância de descobrirmos o melhor da nossa individualidade, entre tantos outros valores espirituais e humanos, e «Y» o abuso, o «vale tudo», o desrespeito, a clonagem e a obscura espécie-de-pseudo-franchisamento espiritual entre outras manifestações do pior do ser humano.

Há uma expressão latina que traduz bem este "nublamento" das personalidades humanas (em geral aplicável a muitas outras situações da nossa sociadades contemporânea): «video meliora proboque, deteriora sequor» que significa algo como «vejo o melhor, aprovo-o, mas sigo o pior», ou por outras palavras, numa tradução muito livre: «sei o que me deixa com boa consciência, o que é correcto, e acho bem, mas faço escolhas incorrectas que me deixam com má consciência».

Deixamos assim uma sugestão a quem desejar usar os textos do nosso website: pode fazê-lo, com uma referência aos autores, mas, não seria ainda mais interessante, usar as suas próprias palavras no seu website? Não seria bem mais honesto para consigo próprio e para com as pessoas que irão ler os seus (?) textos? Desejamos que faça uma «boa cama» e durma nela, como um anjo. Num planeta onde o egoísmo, o desespero e a ganância (como se sabe) ainda têm muita força, você pode fazer a diferença num bom sentido - e no trabalho com as terapias não-convencionais (como em qualquer outra área das sociedades humanas) pessoas honestas, com boa consciência, precisam-se.

Abril de 2010, Sandra Ramos e Jorge A. Ramos - www.portais.org

Legislação Portuguesa (abre pdf com 90 páginas)


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